Linkedin Grupo U.Porto ALUMNI

A partir de setembro de 2014 assumi a gestão do Grupo ALUMNI U.Porto no Linkedin. Este grupo, criado e gerido há vários anos por um antigo estudante da U.Porto, não estava a ser utilizado nem contava com qualquer intervenção institucional por parte da U.Porto. Assim, a partir desta altura iniciei o processo de intervenção e definição de uma política de gestão desta importante presença na plataforma Linkedin. A política de gestão deste grupo está intimamente associada à ligação desta plataforma com o desenvolvimento da área ALUMNI U.Porto.

É sabida a importância dos Grupos do Linkedin, nomeadamente no posicionamento de liderança numa determinada área, na mobilização de uma determinada comunidade, no direcionamento de tráfego para os nossos websites, na construção de uma rede pessoal, na possibilidade de envio de mensagens, na possibilidade de criar leads, na possibilidade de criar sub-grupos, na possibilidade de gerir conteúdo ou mesmo na possibilidade de ajudar outras pessoas.

Mais relevante se torna esta ferramenta de Grupos na estratégia de ALUMNI digital engagement que uma Universidade pode desenvolver. A integração correta desta ferramenta na estratégia global de comunicação digital da área ALUMNI da U.Porto (Portal + CRM + Linkedin), é algo absolutamente crucial para o relacionamento da Universidade com os seus antigos estudantes.

O trabalho desenvolvido nesta plataforma vai de encontro ao verdadeiro conceito associado a um community manager (e não a um gestor de redes sociais) e que vai muito mais além da simples criação e gestão de uma comunidade utilizando as redes sociais. O trabalho de community management consiste, sobretudo, na manutenção de uma comunidade.

E por comunidade deve entender-se que se trata de um grupo de pessoas que, por usarem o mesmo serviço ou o mesmo produto, por frequentarem o mesmo sítio se sentem incluídas e como pertencentes a algo que as diferencia de quem não tem essa presença ou utilização. E criar essa noção e esse sentimento de pertença num grupo (desejavelmente cada vez maior) de pessoas, não é tarefa nada fácil. Criar e gerir uma comunidade não é um sprint, é uma maratona. É um trabalho que exige paciência, tempo, entrega, pertença à comunidade que se quer gerir e, muito importante, ouvir. Uma comunidade que não participa no processo de decisão, ou que não é ouvida nesse processo, não é uma comunidade. O impacto pode ser muito significativo, como podemos ver no testemunho de uma antiga estudante da U.Porto (Joana Carvalho Afonso) que reside na Holanda e conhece profundamente este tipo de comunicação.